Gestão Ambiental

Emissões

Os níveis de emissões atmosféricas são monitorados regularmente no Terminal, devido, principalmente, à intensa circulação de veículos e de equipamentos de grande porte. A Portonave vistoria, por amostragem, o grau de enegrecimento de fumaça diretamente no escapamento dos caminhões de terceiros que acessam suas instalações. Quando os limites são ultrapassados, os proprietários são notificados e orientados a realizar ajustes mecânicos. Em complemento, a frota interna de máquinas e veículos da Portonave passa mensalmente pelas mesmas inspeções.

Com a mesma periodicidade, as equipes da Companhia verificam a presença de partículas de poeira inaláveis e em suspensão, a partir de amostragens da qualidade do ar. Ações de prevenção e correção são adotadas imediatamente no caso de serem identificados níveis superiores aos definidos pela legislação aplicável.

Inventário

Desde 2011 a Portonave realiza anualmente seu Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), a fim de identificar o impacto de suas atividades em relação a esse aspecto ambiental. Em 2016, a Companhia contabilizou emissões diretas brutas (escopo 1) – provenientes de fontes estacionárias e móveis, além de processos e de fugas de emissão – de 4.052,806 tCO2e (toneladas de carbono equivalente, unidade utilizada na medição de emissões).

As emissões indiretas da Portonave, relacionadas ao uso de eletricidade (escopo 2), totalizaram 2.984,539 tCO2e ao longo do ano.

 

As outras emissões indiretas (escopo 3) da Companhia totalizaram 34.546,315 tCO2e –o inventário considerou as emissões relativas ao transporte de colaboradores e prestadores de serviço fixos no trajeto para o trabalho, aos caminhões que movimentam contêineres no pátio do Terminal, a viagens aéreas, a fontes estacionárias como geradores e fogões de cozinha e a disposição de resíduos não reciclados em aterros sanitários.

 

Quando considerados os indicadores referentes aos escopos 1 e 2, sobre os quais a Companhia têm controle, foi registrada uma redução de 34,5% nas emissões atmosféricas decorrentes das atividades do Terminal. Esse desempenho se deve, especialmente, à conclusão do projeto de eletrificação dos transtêineres, que reduziu significativamente o consumo de diesel nas operações (saiba mais).
[GRI G4-EN15; G4-EN16 e G4-EN17]